Mais ou menos na metade deste ano, fui convidado pelo artista plástico Wilson Iguti para participar do projeto Japão Brasil Parade, em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil.
A brincadeira era pintar um boneco em branco de um japonesinho da maneira que eu quisesse.
Vários outros artistas participaram, cada um pintando da sua forma.
Como eu não saberia como pintar o boneco em tamanho grande (não é bem a minha especialidade), fiz o desenho e mandei para o Iguti pintar.
Veja o resultado:
Não é uma coisa propriamente original, mas, como ninguém tinha feito igual, ficou valendo.
Os bonecos ficaram expostos por mais de um mês em vários pontos da cidade de São Paulo. O meu ficou na Paulista, em frente ao prédio da Gazeta.
(Legal, pois passei uma parte importante da minha vida lá: estudei na Cásper Líbero e trabalhei na TV Gazeta.)
Veja esta matéria sobre o projeto feita para o programa A Noite é uma Criança, da Band, e entenda melhor.
(Opa, é a primeira vez que aparece um vídeo neste blog!)
Bem, o grande barato do projeto é que os bonecos vão ser leiloados em favor de várias instituições de apoio a crianças.
E o leilão acontece no domingo pela manhã, no Shopping D&D, em São Paulo.
Esta é a capa do caderno Link do Estadão de hoje. Aliás, meia capa, porque a metade de baixo é um anúncio, que aqui não vem ao caso.
Matéria sobre os projetos dos candidatos à Prefeitura paulistana na área da informática.
Na semana passada, recebi mais um presente do artista belenense Afonso Lima.
Ele já havia feito uma estatueta da minha figura (veja postagem de 31/03/2008).
Agora fez outra, desta vez da Clarinha, minha filha.
Agradeço a ele mais uma vez pela gentileza.
Repetindo aqui o que disse na outra postagem: quem se interessar pelo trabalho dele, pode entrar em contato pelo e-mail afonso.ctb@formosanet.com.br, ou pelo telefone (91) 9192-0617.
Esta foi a caricatura que mandei para o Salão de Piracicaba neste ano.
Fiz o esboço no mesmo dia em que fiz o do Pedro Cardoso, quando estava escolhendo um personagem para o Salão Carioca.
Acertadamente, escolhi o do Pedro, que acabou ganhando primeiro lugar em caricatura.
Guardei o do Lázaro para uma outra oportunidade, que não seria o Salão de Piracicaba.
Para este, fiz um outro personagem, cujo desenho, depois de pronto, resolvi mandar para um outro salão, na Espanha.
Diante disso, o Lázaro acabou indo para Piracicaba, onde foi selecionado e está exposto até 12 de outubro.
Vale a pena visitar Piracicaba, não só pela mostra competitiva, mas também pelas exposições paralelas da programação.
Dentre elas, destaco as incríveis exposições desses dois gênios que são Orlando e Spacca.
A pretexto de comemorar os 30 anos de seu primeiro desenho publicado, Orlando mostra desenhos de várias fases da sua carreira, com ênfase nos mais recentes, feitos de maneira espontânea e totalmente desvinculados de clientes e prazos.
A exposição do Spacca é um “making of” do livro D. João Carioca, saga em quadrinhos da corte portuguesa no Brasil. Lado a lado, você vê os estudos, as páginas desenhadas a lápis e as artes finais, o que dá uma ampla noção do processo de criação.
Duas aulas de desenho gratuitas e imperdíveis.
Por falar em esboços, agradeço ao pessoal que sugeriu que eu postasse mais esboços neste espaço.
Gosto da idéia, mas preciso de algum tempo para escolher o material e digitalizar.
Em breve, vocês verão mais alguns esboços por aqui.
Mascote do São Paulo Futebol Clube, feito para a exposição “Gigantes do Penta”, em cartaz na loja da Reebok do estádio do Morumbi (ver postagem do dia 12/05/2008).
Em maio, quando se completaram 10 anos da morte de Frank Sinatra, o JT publicou matéria sobre Pinduca, o palhaço de 93 anos que faz um número imitando o cantor americano.
Ilustração publicada na revista Placar de agosto, que está nas bancas.
A matéria, muito divertida, fala das agruras dos técnicos brasileiros para se fazer entender em outras terras.
E do difícil trabalho dos intérpretes, que têm de passar para os times não só as palavras, mas a intenção e a emoção dos treinadores.
Uma pauta muito legal, como de resto está toda essa edição da Placar.
(Já falei neste blog sobre a minha relação com a Placar, que remonta à minha infância. Para ver essa postagem, é só usar a busca aí no alto da página. Bom ver que a revista, aos 38 anos, continua interessante.)