Mestre Aldir

Aldir Blanc se enquadra no mesmo caso de Paulo César Pinheiro (ver algumas postagens atrás).
Embora talvez seja um pouco mais lembrado, pela sólida parceria de anos com João Bosco, a verdade é que pouquíssimas pessoas sabem de quem se trata.
Aldir é também um dos grandes letristas brasileiros. É, inclusive, um dos poucos - ao lado do próprio Paulo César - capazes de pôr letras nas intrincadas melodias do compositor Guinga. A parceria dos dois, por sinal, é um pouco do que se faz de melhor na música brasileira a partir dos anos 90.
O desenho é antigo e inédito. Faz parte da minha coleção de caricaturas de artistas da música brasileira, que um dia eu já quis transformar em livro.
Escrito por Baptistão às 14h26
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Esclarecendo
A "pouca saúde" a que me referi tem um fundo de verdade, mas usei em tom de bricadeira. Não era para alarmar.
Tive um probleminha no final de semana, que deve ter sido alguma virose. Melhorei, mas agora estou com uma tosse danada e alguma febre.
Mas fiquem sossegados. Já fui examinado, e não é nada que um bom xarope não cure.
Obrigado aos que escreveram.
Escrito por Baptistão às 12h34
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Mário de Andrade

Este desenho deve ter uns cinco ou seis anos. É um dos quatro Mários que fiz para uma série semanal que o Estadão publicou.
O manuscrito aí de trás eu "roubei" do talentosíssimo amigo Alexandre Carvalho, que na época era meu colega no jornal.
Estou numa fase de pouca saúde e muito trabalho, de modo que as postagens e as respostas estão atrasando.
Espero que compreendam e continuem passando por aqui.
Escrito por Baptistão às 19h40
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Os 23 de Parreira

Nenhuma grande surpresa ou polêmica na convocação da Seleção para a Copa.
Na minha opinião, só faltou o Alex, que, se não estivesse jogando na Turquia, talvez fosse chamado.
O desenho saiu ontem, na capa do Esportes do Estadão.
Escrito por Baptistão às 16h08
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Você conhece este homem?

Provavelmente não, e a culpa não é sua.
Ele é um dos maiores letristas brasileiros de todos os tempos, tanto em quantidade como em qualidade.
Tem músicas feitas com a maioria dos grandes compositores do Brasil. Talvez seja nosso compositor mais promíscuo - no melhor sentido, claro.
Além disso, faz também melodias, e no ano passado gravou um disco só de músicas compostas exclusivamente por ele.
Você certamente já ouviu várias músicas dele, e talvez não saiba que ele é o autor. Isso se deve à péssima cultura que domina rádios e TVs no Brasil, de não dar crédito aos compositores.
O nome dele é Paulo César Pinheiro. Se esse nome lhe soa estranho, pesquise, procure, vá atrás. Entre os seus discos deve ter muita música dele.
Ah, o desenho é inédito, e faz parte do meu acervo pessoal.
Escrito por Baptistão às 20h05
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Xuxa e Sorrah

Achei este desenho num velho CD. Como ele é inédito, resolvi colocar aqui.
Anos atrás, Xuxa Lopes e Renata Sorrah dividiam o palco numa peça cujo nome não recordo.
A repórter do Caderno 2 ia escrever uma matéria sobre a peça e me encomendou o desenho.
Passaram-se algumas semanas, e eis que a matéria finalmente é publicada. Com fotos no lugar da ilustração.
Simplesmente esqueceram a encomenda.
Escrito por Baptistão às 19h49
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Tempos (idos) de glória

Marcos, Arce, Júnior Baiano, Roque Júnior e Júnior (parece time de juniores); César Sampaio, Rogério, Alex e Zinho: Paulo Nunes e Oséas. Técnico, Felipão.
Esse time, você se lembra, é o Palmeiras campeão da Libertadores de 1999. Um time que não era brilhante como os de Luxemburgo em 93, 94 e 96, mas que foi competente o suficiente para ganhar esse título tão importante, até então inédito para o clube.
Também não era um time homogêneo. Jogadores esforçados como Júnior Baiano, Rogério e Oséas entendiam-se bem com craques de toque refinado como Sampaio, Zinho e, principalmente, Alex. E tinha a velocidade de Júnior e Paulo Nunes.
E o técnico, se não era um gênio no planejamento tático, sabia como ninguém controlar e motivar um grupo, como tornou a fazer três anos depois, na Copa do Mundo.
Hoje, o time do Palmeiras é uma sombra pálida do que já foi. Um time apático, de jogadores medianos - alguns medíocres -, sem comprometimento algum com o clube.
A diretoria e os conselheiros não parecem se importar muito, pois a parte social do clube deve estar indo muito bem.
E o Palmeiras, melancolicamente, segue na sua caminhada para se juntar à simpática Portuguesa.
Falando do desenho, ele foi feito na época da conquista do título. Eu estava começando a mexer no Photoshop, e de lá para cá minha maneira de colorir mudou um pouco.
O time e o desenho são, hoje, registro de uma época.
Escrito por Baptistão às 14h47
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Marília Gabriela

Por falar em prêmios, esta foi minha primeira caricatura premiada.
Foi 2º lugar no Salão Internacional de Humor de Piracicaba em 1993.
Foi também o primeiro trabalho que mandei para um salão de humor. Sorte de principiante.
Passou em branco por aqui a data do aniversário de dez anos do Uol (28/04). Ainda que atrasado, mando meus parabéns, e agradeço ao pessoal por hospedar este blog há 16 meses e incluí-lo entre os blogs legais.
A lamentar, o tratamento dado pela Veja ao prêmio que ganhei pela revista. Aproveitaram a oportunidade para alfinetar gratuitamente o jornal que me emprega há 15 anos (completados oficialmente no dia de hoje), e a quem devo minha formação profissional. Uma pena.
Escrito por Baptistão às 15h56
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